Contém spoilers
Dr. Linus Creel foi um episódio mais interessante e elaborado, perante aos anteriores, mas ainda sim foi apenas um caso da semana, sem muito destaque.
A idéia que ele queria apresentar ao governo com isso era a de que crimes cometidos por esse tipo de pessoas poderiam ser previstos e impedidos antes de serem realizados.
Red sempre ganha ou tem algum interesse oculto envolvido com os casos da semana, óbvio, nesse caso era um interesse duplo. O primeiro era colocar o foco do FBI em um problema maior e tirar a atenção deles do paradeiro de Naomi Hyland, ex-esposa de Red, e o outro interesse dele era pelos resultados da consulta da agente Keen ao Dr. Linus Creel, que pelo visto, acusaram alguma coisa não tão normal em seus genes. Será que a agente é uma possível paciente a ser ativa? Ou está em um processo de ativação através de manipulações? Afinal, ela vem demonstrando uma perturbação grande devido a tudo que vem acontecendo em sua vida e em sua jornada de perguntas, com resultado de nenhuma resposta construtiva, ela vem se desgastando aos poucos.
Ao final do episódio vemos o tão esperado encontro da agente Keen com Naomi Hyland. Eu, particularmente, estava esperando muito essa cena, para uma possível grande revelação referente a qualquer ponto que seja, mas o que tivemos foi o contrario disso, Naomi apenas revelou o que já estávamos carecas de saber. Devido a esse “resultado”, fiquei sem entender a introdução a ex-esposa de Red na trama, a não ser para começar a busca dele pela filha e o foco rápido em Berlim, por que tirando esses dois fatos não teve mais nenhum motivo, não explícito, pelo menos. Essa provavelmente não será a última aparição de Naomi na série, mas por hora não acrescentou muita coisa.



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